11 de setembro de 2011

El 11 de septiembre

9:10 a.m.

"Seguramente, ésta será la última oportunidad en que pueda dirigirme a ustedes. La Fuerza Aérea ha bombardeado las antenas de Radio Magallanes. Mis palabras no tienen amargura sino decepción. Que sean ella un castigo moral para quienes han traicionado su juramento (...).

"Tienen la fuerza, podrán avasallarnos, pero no se detienen los procesos sociales ni con el crimen ni con la fuerza. La historia es nuestra y la hacen los pueblos (...). Seguramente Radio Magallanes será acallada y el metal tranquilo de mi voz ya no llegará a ustedes. No importa. La seguirán oyendo. Siempre estaré con ustedes (...).

"Superarán otros hombres este momento gris y amargo en el que la traición pretende imponerse. Sigan ustedes sabiendo que, mucho más temprano que tarde, de nuevo abrirán las grandes alamedas, por donde pase el hombre libre para construir una sociedad mejor (...). Estas son mis últimas palabras y tengo certeza de que mi sacrificio no será en vano. Tengo la certeza de que, por lo menos, será una lección moral que castigará la felonía, la cobardía y la traición."

Salvador Allende
Palacio de La Moneda, Santiago de Chile
11 de septiembre de 1973.

10 de setembro de 2011

Paleta

Monet

Depois de meditar sobre os últimos crepúsculos, encontrei a resposta para uma questão que me inquietava. Agora sei, deus é impressionista.

5 de setembro de 2011

"A esquerda precisa que as pessoas pensem, e seu papel, esteja ou não no poder, é o de descobrir [revelar] um tipo de problema que a direita quer a todo custo esconder."

Deleuze apud Castro (posfácio à Arqueologia da violência, de Pierre Clastres)

23 de agosto de 2011

Melancolia

Quando Pessoa escreveu que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto, acredito que estivesse tratando de um estado que há muitos séculos é conhecido como melancolia. Se, por um lado, uma explicação física para a melancolia nunca foi encontrada, a transformação desse estado em atributo meramente psicológico, por outro, tampouco resolveu a questão. À melancolia, porém, simplesmente não poderia ser atribuída uma causa. E qualquer explicação que se pretenda definitiva para esse estado corre o risco de diagnosticar outros sintomas. Pois a melancolia não é do corpo nem da alma, do gênero nem do indivíduo; ela é simplesmente a condição humana. E por ser humana é sempre uma síntese da condição individual e social, física e psicológica, interna e externa. É a síntese do conhecido com o desconhecido, do que continua com o que acaba, do universal com o singular. É um estado que só existe objetivamente em um, mas enquanto parte do todo. E mesmo objetivamente, não pode não ser subjetivo.

O social que existe como substrato da melancolia não é meramente o imediato. Quanto a isso, não existe diferença substantiva entre a melancolia dos Antigos e a do medievo. Mas é claro que, como qualquer fenômeno humano, a melancolia não existe isolada. A realidade se apresenta de uma só vez em toda sua complexidade, com suas múltiplas determinações, reciprocidades e contradições. Cada estado ou complexo do ser interage com os demais complexos e isso faz com que o resultado final seja algo a priori indefinível. Com isso, naturalmente, também o tratamento dado à melancolia é distinto com respeito a cada uma das sociedades que sobre isso deixaram notas. Visões de mundo distintas, por suposto, vêem de forma diferente a melancolia. E talvez seja possível identificar, sem ironia, que as tentativas atuais de resposta ao problema tendem a evoluir na direção da forma como ele foi tratado, no início, pelos Antigos, mas, contraditoriamente, esvaziando-o do que talvez seja a principal contribuição daquele sistema de pensamento Isso porque, se para a tradição que começa com Aristóteles a causa da melancolia era uma substância produzida pelo corpo (o humor negro ou bile negra), as tentativas contemporâneas de fundar todos os fenômenos psicológicos em bases psiquiátricas – superando o que seriam as “doenças da alma”, esfera onde foi encerrada a melancolia a partir de Freud – acaba por coisificar a melancolia na tentativa de encontrar quais substâncias químicas dentro do organismo respondem exclusivamente pela sua causa – o zinco, talvez? Perde-se, com isso, o assombro metafísico do tratamento Antigo, que, com suas ciências de baixa tecnologia, talvez tenha se aproximado mais do problema do que jamais poderão os modernos microscópios eletrônicos. Não que os microscópios não sejam revolucionários, mas é preciso saber bem para onde apontá-los.

Vivemos em um mundo com cada vez mais sentido prático. Mas esse pragmatismo que parece exacerbado é só aparência. Pois não seria pragmático acabar com a fome na África? O prático, no entanto, quase sempre sinônimo de rentável, transforma-se assim em empobrecedor. E o mundo prático-rentável que configuramos cotidianamente torna o vazio ainda mais fora de ordem, já que tudo precisa estar preenchido. Pois então o interdito à melancolia, incompreendida e transformada em patologia. Quando Mariano e os seus puxavam a angústia de Sabino sobre o Viaduto de Santa Teresa, creio que a vertigem que sentiam era sintoma da melancolia. A vertigem do não haver sentido absoluto para o mundo, da casualidade da vida e da ausência de respostas universais. E não se confunda melancolia com tristeza, apesar de as duas poderem caminhar juntas. Sente-se perfeitamente feliz e melancólico quando se assiste a um pôr-do-sol no cerrado. A melancolia é o olhar diretamente para nós mesmos, é a própria contemplação filosófica sobre o ser: seu devir, seu sentido, seu fim. Como diria Gramsci, todos somos intelectuais. Todos somos melancólicos. E se falta um sentido absoluto para a existência, percebê-lo não implica um convite ao caos, ao aleatório ou à exasperação da ação gratuita. Ter coragem para olhar de frente o tamanho do vazio em que habitamos é o primeiro passo concreto para preenchê-lo. Mesmo se não fomos feitos para sermos felizes, porque simplesmente não fomos feitos para nada – ou seja, com objetivo de nada – temos a chance de preencher essa breve existência com o melhor que há ao nosso alcance: a felicidade. Esse sentido de felicidade, justificado pela natureza prática da existência, é o que deveria servir de guia para nossa construção como indivíduos e como sociedade: desde a casa onde vivemos até a capacidade de superação de nossos obstáculos como gênero humano completo. A melancolia, como fio tênue entre genialidade e loucura, contém os nossos mais profundos sonhos, pesadelos e potencialidades adormecidas. Expressá-la é o que fizeram Cervantes, Beethoven e Van Gogh, por exemplo, que não faziam arte simplesmente, mas simplesmente humanidade em forma de livros, partituras e telas, alimentando-nos diante de um universo sempre indiferente à nossa genialidade ou loucura. O Paraíso é a promessa de extinção da dúvida, mas a transcendência de que precisamos não é divina, é humana. Por isso, nunca cessará a melancolia. Isso, afinal, é bom, pois nos faz homens em vez de imagens vendadas nas capelas do mundo.

27 de julho de 2011

Como Diria Odair

Zeca Baleiro
Composição: Zeca Baleiro

A felicidade é uma coisa tão difícil
Tão difícil de conseguir
Mas de vez em quando ela chega
Quando menos se espera
Quando nada se espera
Ela vem
E fica um pouco aqui comigo
Por algumas horas, minutos, segundos

Como já falou o sábio poeta Odair
Ouve aí:
Felicidade não existe, só momentos felizes
No mais são cruzes e crises

Sempre que eu tô feliz
Logo vem um infeliz
Se fingindo de amigo
Querendo apagar o meu sorriso
Que é o mais próximo do paraíso que eu consigo

Quando menos se espera
Quando nada se espera
Ela vem, vai, vem, vai, vem, vai, vem, vai
Vem, vai, vem, vai, vem, vai, vem, vai...

Para o Rodolfo

23 de julho de 2011

Onde mora a literatura?

v A emoção grifou-se em itálico amarelo.
v Recomenda-se a leitura em voz alta.


ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DO CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO BOA LUZ, CNPJ 68.702.513/0001-88, REALIZADA EM 12 DE MAIO DE 2011. Aos doze dias do mês de maio do ano de 2011, reuniram-se em Assembléia Geral Ordinária, os representantes das unidades do Condomínio do Edifício BOA LUZ, situado à Rua do Riachuelo - Bairro de Fátima, Rio Janeiro - RJ - CEP 20230-011, todos legal e devidamente convocados através de Edital de Convocação expedido no dia 03/05/2011, para deliberar sobre a seguinte Ordem do Dia: 1 -PRESTAÇÃO DE CONTAS; 2 - PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA; 3 - SUBSTITUIÇÃO DE MEMBROS DO CONSELHO CONSULTIVO; 4 - ASSUNTOS GERAIS. Com a presença dos condôminos ou representantes legais das unidades S1J.206/A, 315/A, 404/A, 513/A, 21 l/A, 616/A, COB.04/A, COB.01/A, 203/B, 505/B, COB.02/A, 815/A, 216/B, 703/B, 40l/A, 403/A. 313/A, 508/A, 706/A, 604/B,
SLA.207/A, SLJ.214/A, 101 l/A, 703/A, 707/A, 309/B, 101 l/A, 406/B, 202/A, 115/B, 602/A, 302/A,
906/A, 502/A, 909/A, 614/A, 907/A, 415/B, 1003/A, 1104/A, SLJ.203/A, 701/A, 809/A, 111 l/A, COB.03/B, 616/B, 314/B, 413/B E 609/B, devidamente habilitados, constantes da lista de presenças registrada no 
Livro de Atas, candidataram-se para exercer a função de Presidente da Assembléia, o Sr. João Alves da 
Silva (aptos. 302/A e 906/A), Dra. Ioná Cristina Araújo Butler (representante das unidades Slj. 206/A, 315/
A, 404/A e 513/A) e a Sra. Rita de Cássia P. Barreiros (Cob. 04/A). Cabendo aqui ressaltar que, a
condômina Eralda Martins da unidade 707/A, querendo impor à força o Sr. João Alves da Silva (302/A e
906/A) como Presidente iniciou um tumulto, do qual também participaram os Srs. João Antunes, Sra.
Marluce (202/A) e Sra. Marli Mendes (607/A), que a todo o custo tentavam impedir o início dos trabalhos. Votaram a favor do Sr. João Alves, as unidades 203/B, 505/B, 815/A, 703/A, 707/A, 302/A, 906/A, 614/A e
COB.03/B (9 VOTOS). Votaram a favor da Dra. Ioná Cristina, as unidades SLJ. 206/A, 315/A, 404/A, 513/
A, 31 l/A, 616/A, COB.04/A, COB.01/A, 216/B, 703/B, 401/A, 403/A, 313/A, 508/A, 706/A, 604/B, 
SLJ.207/A, SLJ. 214/A, 100l/A, 309/B, 406/B, 115/B, 602/A, 502/A. 909/A, 907/A, 415/B, 1003/A, 1104/
A, SLJ.203/A, 701/A, 809/A, 101 IA. 111 l/A, 616/A (35 VOTOS), e a favor da Sra. Rita, a unidade 602/A. 
Após a votação, foi eleita pela maioria para presidir a Assembléia, a Dra. Ioná Cristina Araújo Butler 
(representante das unidades Slj. 206/A, 315/A, 404/A e 513/A), a qual convidou a mim, Adilson José de
Oliveira (funcionário da Acir Administração S/A), para Secretário. Neste momento, a condômina Eralda 
Martins da unidade 707/A, pegou a cadeira em que a Presidente iria sentar-se e arremessou-a ao chão,
 passando então a quebrá-la, após quebrar a primeira cadeira, pegou ainda uma segunda cadeira, mas não
 conseguiu quebrá-la, pois um dos presentes a retirou de suas mãos. Composta a mesa, foi iniciada a sessão às 
19:40 horas, em segunda convocação, passando-se a discutir o item 1 da Ordem do Dia, PRESTAÇÃO DE
 CONTAS DE ABRIL/2010 A MARÇO/2011. Com a palavra, a Sra. Síndica que leu relatório sobre as
obras realizadas no último período, a saber: BENFEITORIAS: I - REALIZADAS: 1. unifonnes dos
empregados: 2. faxineiros também aos sábados e domingos; 3. faxineiros das 8 horas às 19 horas; 4. troca
das colunas de água dos bloco A e B; 5. empena externa do prédio e 6 áreas de ventilação bloco A; 6.
alojamento dos empregados; 7. modernização do sistema de segurança blocos A e B; 8. pintura das
portarias; 9. substituição da administradora; 10. rodízio dos funcionários; 11. dedetização semestral: 12.
desratização semestral; 13. limpeza das cisternas e caixas d água semestral; 14. limpeza mensal das caixas
de gordura; 15. modernização dos interfones das portarias a e b: 16. fechadura eletrônica nas portarias a e b;
17. manutenção anual dos equipamentos de incêndio; 18. colocação de portas de alumínio diversas; 19. revisão hidráulica dos apartamentos dos blocos a e b; 20. limpeza geral dos prédios e da garagem com retirada de entulhos; 21. automatização do portão de garagem do bloco b; 22. troca das antenas das colunas 1,3,5,7 do bloco a; 23. troca de emergência dos barbaras internos e externos de diversos aptos dos blocos A e B; 24. troca dos registros de água dos blocos A e B; ; 25. contas do condomínio em dia, principalmente INSS; 26. proibição de lavagem de carros na garagem, conforme reivindicação do condôminos na A.G.O. de 19/04/2010; 27. proibição de conserto de carros na garagem, conforme reivindicação dos condôminos na A.G.O. de 19/04/2010; 28. manutenção assídua dos elevadores dos blocos A e B; 29. ordem e moralização no prédio, conforme reivindicação dos condôminos na A.G.O. de 28/01/2008; 30. assessoria da Acir gratuita no mês de maio/2010; 31. assiduidade da síndica no condomínio; 32. restauração das cabines dos elevadores sociais dos blocos A e B; 33. retiradas da garagem e devolvidas aos proprietários diversas bicicletas, conforme reivindicação dos condôminos na A.G.O. de 19/04/2010; II - EM ANDAMENTO: 1. empena externa do prédio e 6 áreas de ventilação do bloco B; 2. troca das portinholas das lixeiras e das caixas de mangueiras de incêndio do bloco A: 3. pintura interna do bloco A; 4. troca das colunas de antenas do bloco A e B. III - A REALIZAR: 1. Modernização dos elevadores sociais dos blocos A e B, principalmente do bloco B; 2. Realização de obra no telhado do bloco A. Em seguida, apresentou relatório sobre a conta poupança do Condomínio, contendo os seguintes valores: Em 21/05/2010 foram pagos R$ 10.000,00 a título de honorários advocatícios à Dra. Clarice Moreira; em 21/06/2010 foram depositados R$ 5.000,00 a título de sinal de compra do apto. 509; à empresa MKS Reformas e Serviços Especializados Ltda foram pagas 10 prestações sucessivas de R$ 6.450,00; em 16/02/2011 foram pagos R$ 2.000,00 a título de sinal da modernização do sistema de segurança à empresa Vips Ltda, apresentando o saldo atual na conta poupança do Condomínio ((Banco Itaú) de R$ 405,97. Informou, ainda, que não teve apoio de dois membros do Conselho Consultivo, Sr. João Alves e Sra. Dinahir Ennes, sendo inclusive, obrigada a notificá-los através de correspondências via AR e com o envio de telegramas, para que registrassem o parecer sobre as contas do período acima mencionado. Ressaltando que, a Sra. Dinahir Ennes permaneceu com a pasta correspondente ao mês de abril de 2010 por 6 meses em seu poder, devolvendo-a em outubro de 2010, sem assiná-la. A Sra. Síndica narrou também aos presentes que, a Sra. Dinahir Ennes, foi testemunha da Administradora Serra Grande - em ação de danos morais contra o Condomínio - comparecendo inclusive no dia da audiência, que foi julgada improcedente, ou seja, a antiga administradora perdeu a ação. E assim, a Sra. Síndica indagou aos condôminos como poderia tal senhora continuar sendo Presidente do Conselho Consultivo se ela colocou-se contra o Condomínio. Durante a explanação da Síndica, a condômina Eralda Martins da unidade 707/A, manteve-se em pé ao lado da Presidente da Mesa proferindo insultos a todo momento a mesma e xingamentos a Sra. Síndica, chamando-a inclusive de "ladra". Com a palavra, a Sra. Dinahir (apto. 703/A), Presidente do Conselho Consultivo, informou que faz parte da Administração Interna do Condomínio há 12 anos, e sempre buscou ajudar no que fosse possível. Informou, ainda, que jamais se negou a assinar as Pastas de Prestação de Contas. Com a palavra, o Sr. Raimundo Batista Paulo (815/A) solicitou que constasse de Ata o seguinte: "a Sra. Síndica escolheu a empresa de engenharia que está executando a obra da fachada, sem aprovação de Assembléia, e que não foram levados os orçamentos para apreciação do Conselho Consultivo". A Sra. Síndica informou que a empresa de engenharia MKS Reformas e Serviços Especializados, foi escolhida por unanimidade entre as 8 propostas recebidas pela Síndica das mãos do ex-Síndico, pelos membros do Conselho Consultivo, Conselho de Obras e a Síndica que se reuniram em 29/04/2011, após aprovação da obra em Assembléia. Após intenso debate envolvendo o assunto, foram colocadas em votação pela Sra. Presidente, as contas do período de abril/2010 até março/2011, sendo elas aprovadas pela maioria dos presentes. Concluída a discussão do item 1, passou-se ao item 2 da Ordem do dia, PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA 2011/2012. Foi apresentada a Previsão Orçamentária elaborada pela Administradora Acir, demonstrando a necessidade de um reajuste no valor da cota condominial da ordem de 30%, mas tal reajuste nem sequer foi votado por conta do tumulto provocado pela condômina Eralda Martins da unidade 707/A, além do Sr. João Antunes e Sra. Marluce (202/A) e Sra. Marli Mendes (607/A) que chamavam a todo momento a Sra. Síndica de "ladra e safada" . Sendo assim, continuará fazendo-se rateio extra sempre que necessário. Neste momento, chegou uma viatura da Polícia Militar, solicitada por um dos advogados ali presentes, comandada pelo Sargento Rego do 13° Batalhão da Polícia Militar, que tentou apaziguar os ânimos. A seguir, passou-se à discussão do item 3 da Ordem do Dia, SUBSTITUIÇÃO DE MEMBROS DO CONSELHO CONSULTIVO. Com a palavra, a Sra. Síndica declarou ser necessária a substituição da Sra. Dinhair S. Ennes (apto. 703/A) e do Sr. João Alves da Silva (apto. 302/A), como membros do Conselho Consultivo e membros suplentes, considerando que eles nunca atuaram como tal, propondo, portanto, essa substituição. Colocada a proposta da Sra. Síndica em votação, foi aprovada pela maioria dos presentes. Como conseqüência, diante do exposto acima, a Sra. Rita de Cássia P. Barreiros (Cob. 04/A) assumiu a função de Presidente do Conselho Consultivo. A Sra. Nair Gerpe (apto. 602/A) assumiu como 2o membro efetivo e o Sr. Alcir dos Santos Silva (apto. 111 l/A) assumiu como 3o membro efetivo do Conselho Consultivo. Como membros suplentes, assumiu a Sra. Mônica Cristina de Matos Soares (apto. 406/B) e permaneceu a Sra. Maria Augusta Finoti (apto. 203/B). Finalmente, passou-se ao item 4 da Ordem do Dia, ASSUNTOS GERAIS. Nesse item, foram registradas as atitudes lamentáveis de alguns condôminos, como a Sra. Marli Mendes (607/A), Sr. João Antunes e Sra. Marluce (202/A) que tumultuaram a Assembléia do início ao fim, destacando-se a Sra. Eralda Martins (707/ A) destruindo o patrimônio que é de todos e que, neste momento, passou a agredir fisicamente a Conselheira Sra. Rita de Cássia (Cob. 4/A) e o condômino Gabriel Gonçalves (Cob. l/A), demonstrando um comportamento antissocial perante todos os presentes. Nada mais havendo a tratar, foram pela Sra. Presidente, encerrados os trabalhos e lavrada a presente Ata, por mim, Adilson José de Oliveira, servindo de Secretário.
PRESIDENTE: Dra. lona Cristina Araújo Butler (representante das unidades Slj. 206/A, 315/A, 404/A e 513/A)
SECRETÁRIO: Adilson Oliveira